terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Agora que passou meu mmento desabafo miguxo, voltemos à programação normal. Heh!

I feel like myself again

Outra coisa com a qual tenho me ocupado é tentar voltar ao meu normal. Ano passado é um ano a ser esquecido, apagado e deletado, com exceção às pessoas legais e bacanas e tudo mais que não me largaram por nada desse mundo. Lucky me.
Saca aquela cena de "Persépolis" em que dá a louca na protagonista e ela levanta do sofá, troca de roupa, corta o cabelo, vai estudar, vai malhar?
Foi mais ou menos assim. Levantei da cama, parei de mimimi, resolvi fazer dieta e voltar a ser gostosa (sim, eu já fui, e não estou sendo convencida, juro), cortar o cabelo, retomar minhas coisas aos poucos, e, lucky me, I think we're doing fine.
Precisava de uma injeção de ânimo em doses cavalares. Até acho que exagerei na dose. Mas pelo menos voltei a me reconhecer quando me olho no espelho, quando ouço minha voz no telefone, quando falo sem parar e deixo o povo atordoado, quando sem querer me dou conta de que, uau! Finalmente estou vibrando com alguma coisa. Ano passado isso foi raro.
Eu vi um filme e fiquei feliz, eu emagreci um quilo (só nessa semana, vale dizer) e fiquei feliz, eu fui dormir às duas da manhã meique trabalhando mas fiquei feliz, eu saí da dieta com a minha irmã e fiquei feliz. Tô feliz de bobeira. Deito no sofá pra ver TV e fico feliz. Só de saber que CACETE, eu voltei ao normal.

Eu estive fora uns dias numa onda diferente

Ando meio ausente, mas outro dia fiquei feliz da vida vendo que apareceram comentários de gente antiga, tipo Veronica, Jaque, Priscila que andava sumida! E de gente nova também.
Sei lá, eu sou do tipo que adora ouvir e contar uma boa história, então fico feliz quando vejo que tem gente "ouvindo". Nhá.
Tô emo não, só não quis pagar de mal educada. Vou responder loguinho. Brigadim, queridas.

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Então, a tal da onda diferente é trabalho até dizer chega. Hoje ainda me dei uma horinha de folga mental. Digo, tentei: a cabeça não desliga, não consigo parar de pensar nas coisas que fiz, que quero fazer - e quero fazer direito, né. Sou meio lesa às vezes, mas quando cismo com um troço pra desligar é difícil.
Então entrei numas de focar no que eu tenho que fazer e que o mundo espere. São só três meses. Só três meses de algum sacrifício que pode, espero, me render coisas boas. Já me sacrifiquei por um monte de homem que não valia a pena, por que não por mim mesma, néam. Vamos ver o que sai disso. O que eu descobri nessas três semanas:
- adoro MESMO escrever para internet
- adoro MESMO falar com gente anônima, mais do que com artistas
- cada vez mais as histórias por trás das histórias me interessam (o que, claro, acaba sendo uma coisa boa para o andamento do meu trabalho para a firma)
- cada vez mais sinto a necessidade de escrever do meu jeito, do jeito que eu falo, do jeito que eu penso, sem burocracias de leads e afins
- eu quero ter um gatinho.

O último item não é piada nem desabafo de moça solteira. Queria ter um gatinho mesmo. Outro dia fui tomar café da manhã com um amigo querido e fiquei uns minutos sozinha com o bichinho. Que se enroscou no meu vestido vermelho de bolinha e deitou no meu colo. Morri. Depois ele tentou brincar de morder minhas unhas vermelhas. Não gostei e falei "vou chamar seu pai pra brigar litros com você!". Ele ficou quietinho. E me olhou tão bonitinho que me achei uma babona por 1. conversar com um gato 2. ter me encantado tanto com um bichinho.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

De quando ser desagradável

Eu sou o tipo de pessoa que pede um sanduíche sem picles e, se ele vem errado, não peço para trocar, só para não criar caso. Mas às vezes é preciso ser desagradável. São DUAS horas da MANHÃ de TERÇA-FEIRA e o albergue ao lado do meu prédio está bombando ao som de "Dança do vampiro", do Asa de Águia.
DUAS. HORAS. DA MANHÃ.
ASA. DE ÁGUIA.
Na boa, eu TRABALHO. Sem querer atrapalhar a vida da turistada, mas se quer ouvir música alta às duas da manhã vai pra uma boate, cacete.
Passei a mão no telefone e liguei.
"Oi, tudo bem, moro aqui ao lado de vocês, são DUAS da manhã e o som está MEIO ALTO. Será que dá pra abaixar um pouco, eu TRABALHO amanhã de manhã"
"Zzzzz, tudo bem, quem fala, zzz, vou pedir pra abaixar, é que tem um pessoal se despedindo..."
UM PESSOAL SE DESPEDINDO.
Minha vontade foi dizer "que se danem, fossem fazer festa e ouvir Asa de águia na casa do cacete, mas não do meu lado".

Mexeu com meu soninho, me tirou do sério.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Não é bem pra entender. Mas sabe quando às vezes você odeia alguém por uma coisa horrível que a pessoa fez, e depois a mesma pessoa faz algo por você que talvez poucas pessoas fariam? Pois é.
Isso aconteceu comigo há pouco tempo, e o inverso também. Aquela pessoa que parecia incrível de repente se revela o oposto.
Sempre valorizei mais do que devia a opinião dos outros. Agora estou tentando valorizar só a de quem importa.
Digressiono, digressiono, já volto à programação normal.

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Nesses dias até parei de ler, um saco. Tenho cochilado feito uma moradora de Niterói (não é preconceito, eu já MOREI lá) no ônibus. Bem cansada. Em casa, só tenho conseguido fazer ronda em sites e ver o maldito pay-per-view. A caixa da primeira temporada de "Big Bang Theory" tá mofando aqui.
Mas uma coisa do último livro que consegui terminar de ler, "Lulu vê Deus e duvida", tem algo genial. Em um determinado momento, a protagonista diz que perde muito tempo pensando sobre como seria ser demitida de um emprego que ela nem mesmo deseja.

Eu gosto da profissão que escolhi, mas às vezes me pergunto se estou no caminho certo mesmo. Normalmente acho que não.

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Caraca, maluco, essa música da chamada da nova novela das oito É UÓ.

E usar laptop tá DESTRUINDO meu ombro. Nhé.

Dizem que ando sumida demais

E ando mesmo. Foi assim: o ano acabou, recomeçou, e meu trabalho aumentou. Virei semi-escrava de um certo reality show, inventei de fazer dieta, enfim, saca EQUILÍBRIO INTERIOR? Pois é, procura-se. Taí uma coisa que sempre me faltou. Não que eu seja descontrolada, mas também não sou a serenidade em pessoa, néam. Preciso sossegar às vezes, ficar na minha, ter uns chiliques e depois voltar ao normal.

Daí que acordo às SEIS da MANHÃ dizendo "Vi no site que Max beijou Francine, tá lá, tá no destaque", e na verdade estou DORMINDO. Sério, ninguém precisa passar por isso junto comigo. Sei que é demais pro resto do mundo. Mas tô viva, ainda, embora não pareça tanto.

Não vi "Maysa" direito, mas terminei de acompanhar "A favorita". Tipos que oi, João Emanuel Carneiro, contrata eu. Canto, danço, sapateio, escrevo direitinho e ainda seria fiel e não vazaria capítulo. Heh.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Coming back

2009 começou corrido.
Mas tô viva e volto já.
Do FFFFound, bem no meu clima.