Ainda agorinha eu estava ao telefone me queixando da vida - coisa que costumo fazer de três em três meses, é tipo um surto, saca? Na verdade, é o tempo CERTINHO do meu dinheiro acabar. Quando o dinheiro acaba eu me queixo da vida. É isso. É simples, é fácil, não requer prática, nem tampouco habilidade. Quando o dinheiro acaba, eu fico irritada, chateada, enfim, fico muito possessa por não poder sustentar minhas manias, minhas vontades e meus pequenos vícios. Daí, o que eu faço? Sento o rabo no jornal o dia inteiro e como feito uma desesperada. Já que não posso gastar, posso comer. Tá, eu sei que não faz o menor sentido, mas pense pelo lado bom, eu poderia estar matando em vez de estar gastando ou comendo.
Gosto de gastar. Gosto de poder comprar as coisas que eu quero, gosto de pagar coisas para os meus amigos, gosto de emprestar dinheiro e esquecer de cobrar e, principalmente, gosto de NÃO dever contas e dinheiros.
Mas voltando, sem poder entrar na Checklist e comprar três vestidos de uma vez, ou sentar no Miam Miam e pagar uma rodada de drinks pra galera, sento o rabo no jornal e vou comendo. E vou comendo. E assim engordei OITO quilos. Oito FUCKING quilos que precisam sair de mim o quanto antes, do contrário minhas roupas não vão caber e VOILÁ, vou precisar gastar MAIS dinheiro (que já não tenho) com roupas novas.
Daí que, muito irritada por além de POBRE estar ficando GORDA (uma desgraça de cada vez, por favor, né?), fui ontem a uma ortomolecular que me passou uma dieta bem possível, bem dentro das minhas possibilidades de mulézinha chata que não gosta de comer legumes e verduras.
E um remédio à base de sibutramina.
Que eu pretendo NÃO tomar.
Cara, não vou arriscar. Não quero engordar 16 quilos depois de um ano. Não quero ter enjôo, dor de cabeça, (mais) insônia. Sei lá, vai que eu tomo o remédio e nada acontece, e volto a ter um corpo de sílfide? Mas vai que eu fico descompensada?
Melhor seguir só a dieta que, para provar que é pra valer, será começada NO FIM DE SEMANA.
Já que não tenho dinheiro, pelo menos magra eu vou ser de novo.
PS: Não falei de nada bom no post. "Mas porque esse título 'das coisas boas'?". Ora, porque depois de tanta chateação, É ÓBVIO que só coisas boas vão acontecer. É sempre assim comigo. Podem esperar.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Back to the good life
Já viu o clipe novo do Weezer? A música me fez lembrar os bons e velhos tempos da banda.
Já o clipe me fez rir por meia hora. Eles simplesmente pegaram todos os hits e virais do You Tube e juntaram numa maluquice só.
Vejam.
Já o clipe me fez rir por meia hora. Eles simplesmente pegaram todos os hits e virais do You Tube e juntaram numa maluquice só.
Vejam.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Ando meio desligado
A sensação que eu tenho é que está tudo seguindo num ritmo muito esquisito: eu ando ansiosa e tensa com o trabalho, sem tempo e sem paciência para organizar a vida.
Acordo atrasada e saio correndo. Chego em casa cansada e sem saco para nada. A casa tá uma zona, não consigo organizar os malditos CDs, nem os livros, e a bagunça aumenta num canto, e os CDs brotam por, sei lá, partenogênese, e quanto mais coisas para arrumar aparecem menos tempo eu tenho para fazer isso.
Preciso de um sábado em casa para fazer tudo isso, mas é plantão, é mãe, é amiga 1 ligando, é amigo 2 bipando, é pai chamando, é todo mundo cobrando cobrando cobrando cobrando me cobrando que ultimamente ando feliz e grata, cada vez mais grata, a quem não me cobra absolutamente nada. A quem não acha estranho a minha vontade de dormir sem hora para acordar e a minha total falta de disposição para trocar uma lâmpada que seja.
Quando estou em casa tudo que eu quero e preciso é me jogar na cama e dormir.
Não me cobre demais neste momento e ganhe meu afeto eterno. Juro.
Já me bastam as minhas próprias cobranças, todos os dias.
Acordo atrasada e saio correndo. Chego em casa cansada e sem saco para nada. A casa tá uma zona, não consigo organizar os malditos CDs, nem os livros, e a bagunça aumenta num canto, e os CDs brotam por, sei lá, partenogênese, e quanto mais coisas para arrumar aparecem menos tempo eu tenho para fazer isso.
Preciso de um sábado em casa para fazer tudo isso, mas é plantão, é mãe, é amiga 1 ligando, é amigo 2 bipando, é pai chamando, é todo mundo cobrando cobrando cobrando cobrando me cobrando que ultimamente ando feliz e grata, cada vez mais grata, a quem não me cobra absolutamente nada. A quem não acha estranho a minha vontade de dormir sem hora para acordar e a minha total falta de disposição para trocar uma lâmpada que seja.
Quando estou em casa tudo que eu quero e preciso é me jogar na cama e dormir.
Não me cobre demais neste momento e ganhe meu afeto eterno. Juro.
Já me bastam as minhas próprias cobranças, todos os dias.
domingo, 25 de maio de 2008
Tudo que é bom acaba
Fiquei na dúvida entre sair da cidade ou não no feriadão.
Optei pelo sim e não me arrependi.
Difícil agora é voltar à realidade. Ando tão sem paciência para o mundo real...
Fato que nunca tive muita habilidade, hãbilidade, haaaaabilidade *maysamodeon* para as coisas práticas da vida. Mas agora até o meu cotidiano anda me chateando um pouco.
Sei lá, uma sensação de estar fazendo muito a troco de nada. Um vazio esquisito. Quer dizer, não é bem um vazio - ai -, é mais uma sensação de estar andando no piloto automático. Não sei explicar. Mas alguém há de entender e certamente refutar o que estou dizendo.
Eu só queria que tudo fosse mais fácil. Oquei, o incrível mundo cor-de-rosa não existe todos os dias. Ainda bem que pelo menos ele existe nas folgas e nos feriados :)
PS: Da série "eu acredito em sinais": enquanto escrevia tudo isso, alguém no albergue ao lado começou a cantar, sim, CANTAR, "My favorite things", de "A noviça rebelde".
Mas estou feliz, o feriado foi ótimo, tudo isso é só o que choque de realidade que se anuncia. Don't worry.
Optei pelo sim e não me arrependi.
Difícil agora é voltar à realidade. Ando tão sem paciência para o mundo real...
Fato que nunca tive muita habilidade, hãbilidade, haaaaabilidade *maysamodeon* para as coisas práticas da vida. Mas agora até o meu cotidiano anda me chateando um pouco.
Sei lá, uma sensação de estar fazendo muito a troco de nada. Um vazio esquisito. Quer dizer, não é bem um vazio - ai -, é mais uma sensação de estar andando no piloto automático. Não sei explicar. Mas alguém há de entender e certamente refutar o que estou dizendo.
Eu só queria que tudo fosse mais fácil. Oquei, o incrível mundo cor-de-rosa não existe todos os dias. Ainda bem que pelo menos ele existe nas folgas e nos feriados :)
PS: Da série "eu acredito em sinais": enquanto escrevia tudo isso, alguém no albergue ao lado começou a cantar, sim, CANTAR, "My favorite things", de "A noviça rebelde".
Mas estou feliz, o feriado foi ótimo, tudo isso é só o que choque de realidade que se anuncia. Don't worry.
sábado, 17 de maio de 2008
Quando eu achava que já tinha visto de tudo...
Duas pessoas caíram neste blog procurando por
"ônibus para a 1140, em Jacarepaguá"
e...
"ou voces da google não entendem o que escrevemos não não quero ver blogs ou coisa parecida que ver um bebe em fase de crescimento"
JURO POR DEUS.
"ônibus para a 1140, em Jacarepaguá"
e...
"ou voces da google não entendem o que escrevemos não não quero ver blogs ou coisa parecida que ver um bebe em fase de crescimento"
JURO POR DEUS.
A PRESUNTECA
Anos 80, redação de um jornal popular do Rio. Todos os dias, os repórteres encontravam corpos "caprichados": despedaçados, esmigalhados, esfacelados.
Quem encontrasse o melhor morto do mês ganhava um bônus salarial.
Mas toda semana, o reportariado se reunia e fazia suas apostas...
NA PRESUNTECA.
Posterior ou anterior, tudo valia: o lance era acertar o número de presuntos da semana.
Isso não é lenda urbana. Isso é verdade. Ouvi de quem esteve lá. Eu, J. e M., perto disso, fomos criadas a Ovomaltino!
Sensacional. Durmam com a presunteca.
Quem encontrasse o melhor morto do mês ganhava um bônus salarial.
Mas toda semana, o reportariado se reunia e fazia suas apostas...
NA PRESUNTECA.
Posterior ou anterior, tudo valia: o lance era acertar o número de presuntos da semana.
Isso não é lenda urbana. Isso é verdade. Ouvi de quem esteve lá. Eu, J. e M., perto disso, fomos criadas a Ovomaltino!
Sensacional. Durmam com a presunteca.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Mais da baixa culinária e histórias do jornalismo
Tava lendo o blog da Sarah e ela conta sobre sua visita ao restaurante do Gordon Ramsey. Sabe que não gostava muito do programa dele? (Adoro o Jamie Oliver e a Nigella). Também sou meio chata com algumas comidas, admito. Mas baixa culinária é comigo mesma. Como já disse, escolher a melhor coxinha, o melhor feijãozinho, a melhor lingüiça (sem trocadilhos) é quase que uma das razões da minha existência na terra. Me dei conta disso mais ainda depois de ir a uma incrível degustação de cachaças no Informal do Jardim Botânico com G. e M.
Cheguei mais de uma hora atrasada: estava tentando entrevistar Zeca Pagodinho. Digo "tentando" porque o homem é gente boa, mas cadê que ele fala? Destruída, fui em casa, tomei banho, vesti vestido novo, fiz um make rápido (note to self; falar sobre o curso de maquiagem SENSA que fiz com Liv) e segui rumo.
De 10 cachaças, perdi sete. Mas cheguei bem na hora da Salinas, que J. já me ensinou a apreciar faz tempo. Quitutes? Mini-polentinhas com gorgonzola, lingüicinhas flambadas e aceboladas e aipim sequinho - como disse, cheguei no final e perdi o melhor da festa. Mas não a Áurea Custódio, cachacinha mais que gostosa - quem disse que cachaça é coisa de cachaceiro? Eu, M. e J., as mocinhas da mesa, estamos aí pra comprovar a tese.
Aliás, foi nessa mesma mesa que ouvi uma das melhores histórias dos meus sete anos de jornalismo carioca: a PRESUNTECA.
Quer saber o que é a presunteca?
Amanhã eu conto, direto do plantão.
;-)
Cheguei mais de uma hora atrasada: estava tentando entrevistar Zeca Pagodinho. Digo "tentando" porque o homem é gente boa, mas cadê que ele fala? Destruída, fui em casa, tomei banho, vesti vestido novo, fiz um make rápido (note to self; falar sobre o curso de maquiagem SENSA que fiz com Liv) e segui rumo.
De 10 cachaças, perdi sete. Mas cheguei bem na hora da Salinas, que J. já me ensinou a apreciar faz tempo. Quitutes? Mini-polentinhas com gorgonzola, lingüicinhas flambadas e aceboladas e aipim sequinho - como disse, cheguei no final e perdi o melhor da festa. Mas não a Áurea Custódio, cachacinha mais que gostosa - quem disse que cachaça é coisa de cachaceiro? Eu, M. e J., as mocinhas da mesa, estamos aí pra comprovar a tese.
Aliás, foi nessa mesma mesa que ouvi uma das melhores histórias dos meus sete anos de jornalismo carioca: a PRESUNTECA.
Quer saber o que é a presunteca?
Amanhã eu conto, direto do plantão.
;-)
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Hey ya
Quem me conhece sabe que, para mim, o Jude Law é o homem mais bonito do mundo.
Mas o Ewan McGregor em "O sonho de Cassandra" também me deixou muito bem impressionada.
Não entendo porque com tanta foto bonita, lascam uma dele de Obi-Wan Kenobi no imdb. Mas a vida não faz justiça sempre.

Oi Tati, vamos sair hoje? Quando acordar me deixa um scrap. Beijomeliga, Ewan.
Mas o Ewan McGregor em "O sonho de Cassandra" também me deixou muito bem impressionada.
Não entendo porque com tanta foto bonita, lascam uma dele de Obi-Wan Kenobi no imdb. Mas a vida não faz justiça sempre.

Oi Tati, vamos sair hoje? Quando acordar me deixa um scrap. Beijomeliga, Ewan.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Panelinha
Como já disse há alguns posts (antes da história do penne com temperinhos), tenho visto e comido tanta coisa gostosa que, além de ter engordado uns bons quatro quilos, tenho sentido cada vez mais vontade de cozinhar e ir a lugares gostosos e ler livros de receitas. J. há de dizer que estou passando pelo processo de lucianização* , mas na verdade é de descapitalização mesmo. Em casa, minha mãe sempre me disse, é mais gostoso, é mais divertido e é mais barato. Quer encher de pimenta? Enche. Quer tascar mais temperinhos? Tasca. Vai gastar muito? Não. Vai fazer do jeito que gosta e mudar a receita? Vai!
Mas por enquanto só estou na vontade. Jantar de hoje: nuggets. Que eu ADORO, diga-se de passagem. Mas pouco adequado para uma alma gripada.
Viva a baixa culinária!
Além da coxinha perfeita, estou em busca do caldinho de feijão ideal. Além de estar VICIADA em pimenta. Das menos às mais ardidas. Meu sangue baiano tá gritando, só pode. Tô cheia de dendê nas idéias. Outro dia fomos comer peixe no melhor lugar que há - não digo onde! - e AIQUEDELÍCIA. E olha que não gosto de peixe, mas além de estar maravilhoso tasquei-lhe uma pimenta que MELDELS, deu gosto em tudo.
* lucianização: o triste processo em que uma moça abandona a esbórnia e a vida própria e se torna uma dona-de-casa que vive só para a família.
Mas por enquanto só estou na vontade. Jantar de hoje: nuggets. Que eu ADORO, diga-se de passagem. Mas pouco adequado para uma alma gripada.
Viva a baixa culinária!
Além da coxinha perfeita, estou em busca do caldinho de feijão ideal. Além de estar VICIADA em pimenta. Das menos às mais ardidas. Meu sangue baiano tá gritando, só pode. Tô cheia de dendê nas idéias. Outro dia fomos comer peixe no melhor lugar que há - não digo onde! - e AIQUEDELÍCIA. E olha que não gosto de peixe, mas além de estar maravilhoso tasquei-lhe uma pimenta que MELDELS, deu gosto em tudo.
* lucianização: o triste processo em que uma moça abandona a esbórnia e a vida própria e se torna uma dona-de-casa que vive só para a família.
sábado, 10 de maio de 2008
Momento Personare
"Muitas vezes, nosso sentimento de “não-merecimento” nos impede de gozar das boas coisas, ficamos achando que as coisas boas que recebemos são demais para nós. É chegado o momento de receber apoio externo e aceitá-lo de bom grado. Assim sendo, lembre-se de todas as outras vezes em que você ajudou os outros e, desta maneira, aceite o que os outros têm a lhe oferecer, sem culpa! Não há vergonha alguma em aceitar um favor ou receber um presente, principalmente quando ele vem de alguém que nos aprecia e conhece nosso valor mais profundo.
Conselho: Abra-se ao auxílio alheio."
Gente, tô super aberta.
Agora vou correr que é preciso estar na Terra Média a.k.a. Nkt as soon as possible.
Conselho: Abra-se ao auxílio alheio."
Gente, tô super aberta.
Agora vou correr que é preciso estar na Terra Média a.k.a. Nkt as soon as possible.
Musiquinha pra quem sempre me pede
Já viciei meia dúzia em Ludov graças ao vídeo de "Princesa", alguns posts abaixo.
Curti!
A Tatí sempre diz que adora quando ponho umas musiquinhas. Essa é uma das que eu mais ouvi ontem e anteontem - e agora que recebi o CD, devo ouvir mais ainda.
:)
Curti!
A Tatí sempre diz que adora quando ponho umas musiquinhas. Essa é uma das que eu mais ouvi ontem e anteontem - e agora que recebi o CD, devo ouvir mais ainda.
:)
Criticando críticos de cinema
Uma das coisas sobre as quais eu mais bati pé nos meus, ahn, 7 anos de jornalismo (comecei cedo, comecei cedo...) é crítica de cinema. Uma das coisas que mais aborrecem é gente que detona ou superestima um filme sem pensar no leitor.
Talvez por sempre ter trabalhado em veículos mais populares, sempre tive esse pensamento: "eu não gostei, mas o leitor vai gostar". E foi assim que escrevi coisas não tão ruins sobre bagaças como "Premonição 3" ou "Motoqueiro fantasma", por exemplo.
Mas neguinho esquece que escreve pro leitor, e não pra jornalista, e aí é um festival de equívocos.
Por exemplo: "Speed Racer". Eu curti. Achei o filme muito bem feitinho, com um apanhado bacana de referências. Meio infantil, mas é TEMDEMSIA essa coisa de "filme pra toda a família". Pra que diálogo quando você tem um visual daqueles? Não precisa, gente. Deixa o diálogo pro Woody Allen, que ARREGAÇA em "O sonho de Cassandra", que também vi nessa semana.
Sempre me exalto falando nisso, mas realmente me irrita gente que não tem a menor noção de quem é o leitor. É por essa e por outras que acontece o que o querido R. falou: "se fulano falou bem do filme, eu nem vejo porque deve ser uma merda".
Talvez por sempre ter trabalhado em veículos mais populares, sempre tive esse pensamento: "eu não gostei, mas o leitor vai gostar". E foi assim que escrevi coisas não tão ruins sobre bagaças como "Premonição 3" ou "Motoqueiro fantasma", por exemplo.
Mas neguinho esquece que escreve pro leitor, e não pra jornalista, e aí é um festival de equívocos.
Por exemplo: "Speed Racer". Eu curti. Achei o filme muito bem feitinho, com um apanhado bacana de referências. Meio infantil, mas é TEMDEMSIA essa coisa de "filme pra toda a família". Pra que diálogo quando você tem um visual daqueles? Não precisa, gente. Deixa o diálogo pro Woody Allen, que ARREGAÇA em "O sonho de Cassandra", que também vi nessa semana.
Sempre me exalto falando nisso, mas realmente me irrita gente que não tem a menor noção de quem é o leitor. É por essa e por outras que acontece o que o querido R. falou: "se fulano falou bem do filme, eu nem vejo porque deve ser uma merda".
Updates
Voltar de férias significa, além da dureza, cair dentro do trabalho mesmo que à força. Hoje, depois do show do RBD, me bateu um certo desânimo. Amo a profissão que eu escolhi, adoro o que eu faço, mas olhar minha conta bancária a qualquer momento do mês me faz pensar que preciso levantar essa bunda cada vez mais tamanho 42 do que 40 e fazer algo pra ganhar dinheiro.
A questão é: a quantidade de gente na mesma situação que eu é infinita. Não que isso me desanime - como minha mãe sempre faz questão de citar, "sempre há lugar quando se é bom", confio no meu taco - , mas mesmo assim...
Tudo isso para dizer: eu podia estar matando, eu podia estar roubando, mas estou aqui, querendo um frila.
Também aceito doações!
Heh.
A questão é: a quantidade de gente na mesma situação que eu é infinita. Não que isso me desanime - como minha mãe sempre faz questão de citar, "sempre há lugar quando se é bom", confio no meu taco - , mas mesmo assim...
Tudo isso para dizer: eu podia estar matando, eu podia estar roubando, mas estou aqui, querendo um frila.
Também aceito doações!
Heh.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Coisas que só acontecem comigo
Daí que eu tô lá num daqueles emails semi-melosos, em que duas pessoas tentam decidir o que fazer na noite, se é que vão fazer algo.
E daí que eu nunca vejo quem está parado atrás de mim e, quando percebo, é uma zoação generalizada: "PENNE COM TEMPERINHOS?"
Eu devia ter dito que era "pênis com peitinhos", chocaria menos.
Heh.
Vou ali organizar uma lista de blogs e já volto.
E daí que eu nunca vejo quem está parado atrás de mim e, quando percebo, é uma zoação generalizada: "PENNE COM TEMPERINHOS?"
Eu devia ter dito que era "pênis com peitinhos", chocaria menos.
Heh.
Vou ali organizar uma lista de blogs e já volto.
domingo, 4 de maio de 2008
Quem te viu, quem te vê
O fato de estar voltando minha atenção para outras coisas tem impressionado até a mim mesma. J. tem comentado constantemente que ando escrevendo melhor. Fico feliz. Tenho lido cada vez mais e isso é uma das coisas que mais me alegra, justamente por ser um dos meus grandes pequenos prazeres. Uma pilha de livros já me espera.
Também tenho andado um pouco mais calma e ponderada. Claro que a Tijuca dentro de mim sempre grita, mas de modo geral tenho conseguido conter minha irritação e meu mau humor ao ver certas cenas que normalmente me tirariam do sério. Obviamente que isso não vale para as minhas semanas de TPM, que andam, aliás, cada vez piores. Acho que gastei a cota de sensibilidade menstrual dos 11 aos 25 anos. De lá para cá, só me restaram inchaço e irritação. Oh.
Ando me interessando por coisas que não costumava gostar. Viciei em maquiagem, em sites de make up e até em blogs de gastronomia. Outro dia caiu na minha mão um livro do Jamie Oliver na Itália. Tive vontade de fazer várias receitas, além de comer, claro. Em Niterói, aproveitei para buscar o caderninho da minha mãe. Nunca tive mão boa para cozinhar, mas não custa nada tentar. Já me fizeram comer peixe no Bar do Peixe e eu gostei. Comi costelinha e cuscus marroquino e também gostei. Até japa andei provando mais vezes, mas esse não adiantou: o problema é de textura mesmo. Não gosto de coisas legonhentas. Tenho planejado idas a lugares onde ainda não fui, momentos gastronômicos bons e até cogitado a hipótese de finalmente tentar ter algum planejamento financeiro - obviamente esse é um daqueles planos que nunca realizaremos, como diria A.. Mas sonhar não custa nada, né?
Enfim, tudo isso me fez pensar que não é preciso mudar radicalmente. Até porque eu não quero mudar. Estou feliz assim. Mas pequenos ajustes - ler mais, pensar mais - sempre fazem diferença.
Nem parece que foi ontem
Que o acontecido aconteceu. Uma semana de trabalho, algumas questões, e algumas boas noites no meio. E alguns shows também. Ontem, Fernanda Takai. Hoje, Mombojó. E foi lindo. Eu e meu vestido multi-cor e amigos queridos e "TUDO PODE SER, NADA VAI ACONTECER, NÃO TEMA" no bis.
E uma matéria pra bater, e final do Estadual, e meu pai que liga às oito da manhã, quase que me chamando de volta à realidade das contas a pagar, e da vida nada fácil que, enfim, não gosto nem de pensar, que um dia vai CATAPLOFT, e o que vai ficar?
Whatever, digressiono, ao som mental de Mombojó.
:-)
E uma matéria pra bater, e final do Estadual, e meu pai que liga às oito da manhã, quase que me chamando de volta à realidade das contas a pagar, e da vida nada fácil que, enfim, não gosto nem de pensar, que um dia vai CATAPLOFT, e o que vai ficar?
Whatever, digressiono, ao som mental de Mombojó.
:-)
sábado, 3 de maio de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)
